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crônica

Pequeno Tropeço

    Um pequeno tropeço.

    Não é muito comum reconhecer um erro, pode ser casual, simples, pequeno ou proposital. Alguma vezes é velado, assumimos para o espelho mas sem que os outros saibam, um silêncio inquietante ao mesmo repreensivo. A cada dia que passa temos mais vergonha de assumir publicamente ou de simplesmente lembrar do erro.

    A dificuldade é mesma quando estamos enfrente ao espelho e percebemos imperfeições do nosso corpo, elas estão lá, gritando no espelho desesperadamente para dizer-lhe: Olha, estou aqui! Você não repara em mim?

     Alguns pessoas usam maquiagem, outras roupas largas, outras perucas. Sempre tentando esconder os probleminhas que estarão conosco, para onde quer que vamos; o quer que façamos!

    Ainda é possível piorar, tem algumas que não reconhecem o erro, culpam os outros para ver livre do erro. Para não assumir a vergonha de errar. Como dizem é sempre mais fácil cuspir na cara dos outros, ninguém, que ser cuspido na cara.

    E erro é fabulosamente parte de nós, quantos erraram até que tivéssemos máquinas mais pesada que o ar e que voam? Quantos naufragaram até que conseguisse construir barcos que atravessarem os mares para chegar em outros continentes? Quantos mais errarão para que conseguirmos curar doenças como câncer?

    Bom mas comparar coisas construção de aviões, barcos ou a cura do câncer pode ser comparado com um erro simples como colocar sal no café? Existe uma história que Roy J. Plunkett inventou o teflon (material anti-aderente muito usado em panelas de cozinha) por acaso, não era intenção dele.