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Debian e Wifi BCM4328

    Com o Kernel Linux 2.6.32 entrando no Sid, minha placa wireless (Broadcom BCM4328) parou de funcionar por uma razão justa. Esta placa precisa de firmware proprietário para funcionar. Também não fiz muito esforço (preguiça…) para fazer funcionar o módulo b43 do kernel. 

    Além de instalar o módulo wl e usar o module-assistant, foi necessário baixar o driver windows desta placa e instalar o firmware. Segue o breve procedimento:

# aptitude update
# aptitude install module-assistant wireless-tools
# m-a a-i broadcom-sta
# update-initramfs -u -k $(uname -r)
# modprobe -r b44 b43 b43legacy ssb
# modprobe wl 

    Se não tiver o driver da BCM4328 do windows, pode baixar e extrair o arquivo bcmwl5.sys para copiar em /lib/firmware:

# wget ftp://ftp.work.acer-euro.com/notebook/ferrari_1000/driver/WLan%20Driver%20802.11n%20Rel.%204.80.28.7.zip
# unzip WLan\ Driver\ 802.11n\ Rel.\ 4.80.28.7.zip
# cp bcmwwl5.sys /lib/firmware
# modprobe wl 

     Para conferir se funcionou:

# dmesg|tail |grep BCM4328

     O resultado será algo como abaixo:

 

[ 4445.821657] eth1: Broadcom BCM4328 802.11 Wireless Controller 5.10.91.9

   Referências:

http://wiki.debian.org/wl

- http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=372864

Eu fui: FISL10

 

 

  O FISL é como uma festa religiosa, todo ano as pessoas fazem romaria para participar da festa. Para muitos de nós nerds/geeks o FISL é nossa festa santa, nossa Festa da Padroeira. :)

  O FISL 10 que acabou de acontecer foi especial pois é a comemoração de 10 anos de evento. Muita gente que deixou de vir, voltou a participar do FISL. Com um pouco mais de 8 mil pessoas, o evento contou com a ilustríssima presença do Presidente da República.  Não lembro se um presidente de um país fosse para um evento de Software Livre. :D

  Esse ano ajudei um pouco mais do que costumei, ajudei na avaliação das palestras  e apresentei uma palestra sobre o PostgreSQL 8.4, também ajudei  na coordenação do evento comunitário do PostgreSQL. É sempre bom reencontrar os amigos, conhecer pessoas e etc. Resumindo…

 

  Palestras

  As palestras estavam muito diversificadas, com palestras de excelente nível técnico à palestras mais filosóficas mas ainda sim muito interessante. Esse ano as palestras patrocinadas estavam marcadas com "P", facilitando que o participante do FISL identificadas como palestra de Patrocinadores, umas das grandes reclamações do ano passado foi atendida pela organização.

  Num universo de mais de 300 palestras, sempre tem as ruins, de pouca qualidade ou inexperiência do palestrante em apresentar. Esse ano foi diferente e isso faz parte do evento. Ter 100% de palestras excelentes é um desafio quase que impossível pela os diferentes interesses objetivos e interesse dos participantes. As poucas que vi, gostei.

  O Peter Sunde do Pirate Bay foi imperdível.  Richard Stallman, John Maddog Hall e Sérgio Amadeu fizeram suas apresentações tradicionalmente cheias e empolgantes.

  Para variar, eu sempre termino na última hora minha palestra, espero que as pessoas não tenham odiado demais.

 

  Infra-estrutura

   O problema com internet ainda continua sendo um problema para quem usou as diversas redes sem fio. Tinha tanta rede sem fio (criadas pelos participantes) lá que todos os canais de frequência estavam lotados, com muita interferência. Quem usou conexão 3G conseguiu usar internet melhor.

   Quem sabe no FISL 11 teremos uma rede MESH que resolverá esse tipo de problema? Voluntários?

   Esse ano foi mais organizado que o ano passado, as filas dos crachás foram pequenas comparado com os anos anteriores. Tinha boa sinalização das salas.Os estandes em maior quantidade e melhores, uma sala de imprensa e blogueiros. A impressão geral que esse ano estava mais organizado.

 

   Geral

    A relação do evento com instituições públicas e palestrantes internacionais ainda ficou um pouco a desejar. =/
    O evento acabar às 18 horas todos os dias (exceto sábado) não foi legal.
    Esse ano eu perdi a Festa de Lançamento do Lenny no estande do Debian, pensamos em aproveitar e comemorar junto o lançamento do PostgreSQl 8.4 mas não nos organizamos o suficiente (PostgreSQL Brasil), quem sabe o ano que vem. :)
    O César Cardoso quebrou sua missão de não assistir palestras e esse ano assistiu.
    Seria bom ano que vem ter uma mini-pgcon brasil dentro do FISL. :)
    Senti a falta do estande do Google e a presença da IBM e a Oracle estve com um estande
    Ah, ia deixar passar batido. Não participei mas pelo que vi o Festival de Cultura Livre foi bem bacana.
    Por fim, fazer o encerramento na área de estandes e comunidades foi bem legal. :D

PostgreSQL 8.4 lançado

    Continuando a nota anterior, esta semana é uma semana de lançamento de versões de alguns projetos importantes, a nota anterior comentava sobre o Firefox 3.5 que foi lançado essa semana. Foi lançado também a versão do PostgreSQL 8.4.

   Após um ciclo de um pouco mais de um ano, saiu a nova versão do PostgreSQL 8.4. Como poderia esperar, está mais rápido, com mais recursos e funcionalidades. :)

   A Nota de Lançamento tem maiores detalhes. A nova versão do PostgreSQL foi apresentada numa palestra no FISL 10 (toscamente feita por mim) e as lâminas da apresentação podem ser vista aqui abaixo ou baixar o arquivo da palestra. Aproveito para agradecer o Euler que deu uma senhora ajuda com a palestra. :)

   Ah! se for usuário de Debian, pode ficar tranquilo que o 8.4 já está empacotado. Agora para mim, tem muito trabalho pela frente, pois tenho alguns pacotes no Debian que precisarão ser recompilados. ;)

  

 

Ato, ditabranda e a Folha de São Paulo

   Era para eu estar lá mas tive um pequeno problema de saúde que impossibilitou minha ida no Ato Público contra Editorial da Folha de São Paulo sobre a Ditabranda. Tenho que agradecer a solidariedade do Emérson Luis, Guto Carvalho e Eduardo Maçan, pois o Emérson e Guto compraram a passagem para Sampa; o Maçan por ceder a hospedagem e uma seção de blues que um dia irá acontecer.

   No último sábado foi realizado manifestação em frente da Folha de São Paulo no Centro da capital paulista. O ato foi divulgado exclusivamente pela internet tendo grande repecussão, agora se pesquisar o termo ditabranda no Google terá mais de 160 mil links relacionados, sendo uma semana antes tinha um poucos de algumas centenas.

   A logística tecnológica

  que na terça passada (03/03/2009) fechamos a proposta de infra-estrutura e Guto Carvalho já preparou no mesmo dia usando um agregador de feeds chamado PlanetPlanet.

   O PlanetPlanet foi desenvolvido originalmente pelo pessoal do GnomeDebian para agregar os blogs das pessoas que contribuem e escrevem sobres o que estão fazendo no desenvolvimento dos mesmos. Usamos a mesma estratégia para coletarmos o RSS da pesquisa do twitter com a tag #ditabranda. Qualquer pessoa que usasse a tag, automaticamente apareceria no http://ditabranda.nasretinas.com.br. O mesmo foi feito com o Flickr e com mais uns blogs, já estava formada uma grande rede de difusão do ato e das informações referentes.

   Para o dia do ato, o Guto Carvalho usou uma infra-estrutura bem simplificada, notebooks com acesso internet por celular, conectados à access point para prover acesso sem fio para os manifestantes poderem subir fotos, notas ou qualquer outra coisa que precisassede internet. Assim o ato teve transmissão ao vivo que apareciam no PlanetPlanet da ditabranda. Enfim, uma ato com toda a infra-estrutura de TI em Softawre Livre com Debian Lenny suportando tudo de forma exemplar. :)

   A Ditabranda e a Folha de São Paulo

   Para acompanhar o que já foi publicado, recomendo ler o blog Nas Retinas que foi um dos organizadores do ato tem um bom histórico do mesmo. No domingo, a Folha de São Paulo publico em seu jornal uma reposta reconhecendo que usou o termo de forma indevida, mas ainda sim considera a Ditadura Brasileira de 1964-1985 mais leve que a chilena, argentina, etc.

  Nas palavras de Otavio Frias: "O uso da expressão "ditabranda" em editorial de 17 de fevereiro passado foi um erro." *(grifo meu)

  Neste ponto você pensa: Poxa, que legal, ele retratou-se. Não cante a vitória pois logo abaixo segue: "Do ponto de vista histórico, porém, é um fato que a ditadura militar brasileira, com toda a sua truculência, foi menos repressiva que as congêneres argentina, uruguaia e chilena – ou que a ditadura cubana, de esquerda." (grifo meu)

  O curioso que esse mesmo jornal, ainda com o nome de Folha da Manhã foi incendiado durante a Revolução de 1930 por apoiar a República Velha que entre uma eleição presidencial e outra tinha alguns incidentes violentos (mortos)…

  Nenhuma ditadura, em qualquer lugar pode-se afirma que foi menos violenta ou menos dura, só fazem isso para quem não esteve na mira de baionetas, a maior violência contra um povo é inibir a possibilidade de auto-organização, reflexão e ação. Historicamente as ditaduras são brandas com aqueles que são subservientes, aqueles que são amigos, aqueles que são aliados.

  Se realmente foi menos violenta que as outras latinoamericanas, então poderíamos abrir os documentos da época para vermos o quanto teve de cooperação entra a imprensa e o Governo Militar?

  Existe um mérito importante ser ressaltado, é muito raro no Brasil alguma mídia da imprensa assumir uma posição, geralmente ouvimos, vemos ou lemos que sempre são imparcias na apuração dos fatos, mas o editorial de Otavio Frias e sua reposta ao ato demonstram claramente existe sim um posicionamento que ainda não é tão explicito em seus interesses como as mídias controladas pelo Rupert Murdoch.

  O ato provou que a internet é o meio de comunicação atual mais democrático existente, principalmente quando o pouco de liberadade democrática e revisão da violência contra pessoas/povos é atacada. Que continue assim.

 

  

 

 

Debian Lenny lançado e que venha o Squeeze

   Depois de um longo tempo prestando seus excelentes serviços, o Etch deixou de ser a versão estável do Debian, tornando-se o que é chamado no projeto como oldstable.

 

 

   Neste último fim de semana foi lançado a nova versão estável do Debian. PAra não ficar redudante, não irei dizer o que já foi bem escrito na Nota de Lançamento  do Lenny. Estou feliz que tenha tive um pouco mais envolvido com o Debian porém não foi o suficiente para me candidatar para DD ou DM

   Sobre o Lenny em si, posso dizer que está melhor, mais rápido, mais pacotes disponíveis e mais estável. E ainda o instalador do Debian (Debian-Installer) está cada vez melhor e mais versátil mas chega de falar. No FISL 10, vamos fazer a festa de boas-vindas do Lenny. :)

   Agora é trabalhar duro para o Squeeze. ;)

  

O Lenny muito próximo para tornar-se estável

   

    Anunciado recentemente pelo Otavio pelo time de desenvolvimento do Debian-Installer a liberação da versão RC2 do D-I para o Lenny e logo em seguida o Adeodato encaminhou também um email anunciando o congelamento mais pesado (duro, não sei como traduzir deep). Se tudo der certo, nada conspirar contra, poderá ser lançado no dia 14 de fevereiro  mas ainda pode atrasar. :P

PAM e senhas SHA

   É muito conhecido que a criptografia usando MD5 é relativamente fácil de quebrar com farta documentação na internet de como fazer. Na marioria das distribuições Linux, o padrão ainda é usar  MD5 como algoritmo de criptografia mas desde a versão 0.99.10.0 do PAM é possível usar o SHA como algoritimo de criptografia.

  No arquivo para alterar é "/etc/pam.d/common-passwd":

De:

    password   required   pam_unix.so nullok obscure md5

Para:

    password   required   pam_unix.so nullok obscure sha512

  No Red Hat o arquivo para alterar é "/etc/pam.d/system-auth":

De:

    password sufficient pam_unix.so md5 shadow nullok try_first_pass use_authtok

Para:   

    password sufficient pam_unix.so sha512 shadow nullok try_first_pass use_authtok

Convertendo imagem de pendrive USB para disco no Virtualbox.

    Para testar a nota sobre syslinux, pendrive e instaladores usei um máquina virtual antes de ir testando em servidores reais. Estava usando o Virtualbox que está empacotado no repositório do Debian, um pequeno problema é que esta versão não tem suporte a dispositivos USB. Para contornar esse pequeno problema copiei o pendrive para uma imagem crua (raw) e convertir para um disco do Virtualbox. 

   Basicamente são dois comandos:

#dd if=/dev/sdb of=disco_pen.img
#vboxmanage convertfromraw -format VDI disco_pen.img disco_pen.vdi

 

   Agora é anexar numa máquina virtual do Virtuabox. :)

Syslinux e múltiplas distribuições no pendrive USB

    Depois de alguns meses do Ulisses (thebug) Castro me atormentar para publicar, segue um documento rápido para quem trabalha com muitas instalações de linux em ambiente corporativo.

    A instalação de distribuição linux usando CD ou DVD é um processo relativamente rápido hoje. Se estiver fazendo a instalação em poucos computadores é uma tarefa também tranquilo mas se estiver com um volume grande de instalação e sua infra-estrutura de rede não estiver preparada para instalação em massa de algumas centenas de servidores o processo de instalação será manual e tedioso.  Para alguns é um bem tedioso fazer esse tipo de operação. :P

   Uma das partes que realmente incomoda (ao menos para mim) é ter que carregar algumas mídias de CD/DVD com alguns sabores de distribuições Linux, então perguntando se era possível ter um pendrive USB (USB flashdrive) que tivesse esses instaladores.

    No vasto oceano de informações (internet) tem um excelente documento escrito por David Heller sobre instalação de Red Hat em USB flashdrive. Porém é possível usar esse documento para qualquer outra distribuição, e o programa chave para conseguir realizar a tarefa é o famoso Syslinux.

    No caso desta nota, foi preparado para duas distribuições: Debian e Red Hat (provavelmente funcionará no CentOS e Fedora) com seus respectivos instaladores. Presumindo que já tenha instalado o syslinux via pacote iremos e tenha um pendrive disponível para uso. Faça backup de seus dados, sem garantias de integridade de seus dados. ;)
 

    Supondo que o pendrive é reconhecido por seu linux como "/dev/sdb" e a partição dele é reconhecida como "/dev/sdb1". Segue:

1 – A imagem mbr está localizada em "/usr/lib/syslinux/" e usaremos o dd para copiar a imagem mbr para o pendrive.

#dd if=/usr/lib/syslinux/mbr.bin of=/dev/sdb


2 – Após copiar o imagem mbr, copie o syslinux para o pendrive na partição do mesmo.

#syslinux /dev/sdb1

 

3 – Montar o pendrive em "/mnt/pendrive".

#mount /dev/sdb1 /mnt/pendrive

 

4 – Copiar o menu.c32, localizado em "/usr/lib/syslinux" para o pendrive.

#cp /usr/lib/syslinux/menu.c32 /mnt/pendrive

 

5 – Criar os diretórios para os instaladores do Debian e Red Hat.

#mkdir /mnt/pendrive/debian64
#mkdir /mnt/pendrive/rh64

 

6 – Baixe o instalador do Debian para pendrive. Para esta nota, foi usado a versão do Lenny AMD64bits, também foi testado com o Lenny i386, Etch AMD64 e I386.

#wget http://ftp.debian.org/debian/dists/lenny/main/installer-amd64/current/images/hd-media/boot.img.gz

 

7 – Descompactar a imagem do instalador Debian.

#gunzip boot.img.gz

 

8 – Anexar (falta de nome mais apropriado) num dispositivo loopback para ver o conteúdo da imagem.

#losetup /dev/loop0 boot.img

 

9 – Mountar o dispositivo loopback com a imagem do instalador Debian.

#mkdir /mnt/temp
#mount -o loop /dev/loop0 /mnt/temp

 

10 – Copiar o kernel e a imagem initrd do Debian.

#cp /mnt/temp/linux /mnt/pendrive/debian64
#cp /mnt/temp/initrd.gz /mnt/pendrive/debian64

 

11 – Desmontar o ponto de montagem /mnt/temp.

#umount /mnt/temp

 

12 – Liberar o dispositivo loopback usado para imagem Debian.

#losetup -d /dev/loop0

 

    No caso do Red Hat, será suposto para essa nota que já tenha a imagem do mesmo. Os procedimentos funcionaram para a série 4.X e 5.X do Red Hat Enterprise. 

13 – Mountar a imagem de instalação do Red Hat, no caso aqui, usamos uma imagem de DVD.

#mount -o loop rhel-5.2-server-x86_64-dvd.iso /mnt/temp

 

14 – Copiar o kernel Red Hat e o initrd para o diretório "/mnt/pendrive/rh64"

#cp /mnt/temp/isolinux/vmlinuz /mnt/pendrive/rh64
#cp /mnt/temp/isolinux/initrd.gz /mnt/pendrive/rh64

 

15 – Demontar a imagem do DVD Red Hat.

#umount /mnt/temp

 

16 – Para ter um menu com opções ao iniciar um servidor/computador com o pendrive com syslinux, precisará ter um menu com as opções de boot. O syslinux buscará o arquivo syslinux.cfg, usando o seu editor favorito, seguindo essa nota, ficará como abaixo:

#vi /mnt/pendrive/syslinux.cfg
DEFAULT menu.c32
 
MENU TITLE Instalação Automatizada por pendrive
 
LABEL Debian Lenny
    MENU LABEL Debian Lenny  AMD 64 bits
    KERNEL debian64/linux
    APPEND linux initrd=debian64/initrd.gz priority=low vga=normal quiet –
 
LABEL Red Hat 5 Update 2 AMD64
    MENU LABEL Red Hat 5 Update 2 AMD 64
    KERNEL rh64/vmlinuz
    APPEND linux load_ramdisk=1 initrd=rh64/initrd.img

 

    O "MENU TITLE" pode escrever o que for mais conveniente. O "MENU LABEL" é o descritivo de opção que aparecerá no momento do boot. O APPEND são as opções para iniciar de cada instalação, no caso do Debian está configurado para o debconf fazer todas as perguntas da instalação. Pode mudar para o padrão das imagens de CD/DVD que é o médio alterando de "priority=low" para "priority=medium". Também é possível automatizar a instalação do Debian e Redhat usando os recursos de Seed (Debian) ou  o Kickstart (Red Hat) mas isso ficar para outra nota.
 

17 – Por fim, copiar as imagens de instalação (Debian e Red Hat) para "/mnt/pendrive". Lembre-se que o tamanho do pendrive pode limitar a quantidade de imagens que pode usar ao mesmo tempo, como uso um pendrive de 4GB, foi copiado a instalação do Debian Lenny via Rede (netinstall) e o DVD completo da instalação do Red Hat 5.2.

#cp debian-testing-amd64-netinst.iso /mnt/pendrive
#cp rhel-5.2-server-x86_64-dvd.iso /mnt/pendrive

 

18 –  O fim com uma imagem de um exemplo de um pendrive preparado para múltiplos instaladores Linux. Outras distribuições Linux também permitem este tipo de instalação, teste aí e avise. :)

 

Linux Magazine 50: PostgreSQL e Alta-Disponibilidade

 

    Minha facilidade em esquecer coisas é absolutamente maior que aprender coisas. Fui na banca de jornal passar o folheando despretenciosamente algumas revistas e ao folhear a Linux Magazine de Janeiro/2009 – Edição 50, encontro um artigo de  Alta-Disponibilidade e PostgreSQL. Um pouco mais curioso, procuro o autor do artigo…

    … e o autor sou eu!!!

    Esqueci que tinha enviado ao Pablo Hess (Atual Editor da LM) algum tempo atrás. Obrigado por publicarem!!! :)

    Bom, neste artigo abordo um pouco sobre teoria para Alta-Disponibilidade em Banco de Dados e uma implantação na prática. Como base foi usado Debian e PostgreSQL com NFS, não é uma forma muito recomedável para este tipo de solução mas tem alguns locais que a infra-estrutura não permite uso de Storage com Fiber-Channel, ISCSI e outras estratégias de compartilhamento de áreas de armazenamento. As idéias básicas deste artigo devem ser úteis para muitos casos.

    Comprem e boa leitura para todos. :)